Filipe Albuquerque com qualificação difícil em Petit Le Mans

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A sessão de qualificação do Campeonato Norte Americano de Resistência em Road Atlanta, onde decorre a última jornada da temporada, as 10h de Petit Le Mans, foi atípica para Filipe Albuquerque. Ao contrário do que é habitual, o piloto português não foi além do sétimo posto, um resultado muito distante do objectivo que idealizou no início do fim-de-semana.

Ao volante do Acura da Wayne Taylor Racing, o piloto português confrontou-se, tal como nos treinos livres, com falta de andamento. Sem saber exactamente de onde advém o problema, Filipe Albuquerque espera que a equipa detecte o problema e o consiga resolver a tempo da corrida: “Não costumamos experienciar este tipo de resultados. Mas algo se passa com o carro para estarmos tão longe dos primeiros lugares. Nunca nos aconteceu. A equipa vai trabalhar afincadamente para tentar perceber o que se está a passar e procurar resolver problema. Não é o resultado ideal para uma corrida que é decisiva em termos de campeonato”, começou por explicar o piloto de Coimbra.

Na liderança da tabela classificativa, mas ciente que para conseguir o título americano precisa de ficar à frente dos seus mais directos adversários, Filipe sabe que não lhe esperam facilidades: “Com os nossos rivais na ‘pole’ fica tudo mais complicado. Mas, da mesma forma que digo, quando estou na ‘pole’, que tudo pode acontecer na corrida, volto a dizê-lo agora que estou na cauda do pelotão. São 10 horas de prova, muita coisa acontece e para já nada está decidido. Para nós nada terminou, vamos dar tudo, esperar que o carro esteja mais competitivo e fazer as contas no final. Não vamos desistir”, rematou Albuquerque determinado.

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