Toques condicionam resultado de Joaquim Machado

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O Circuito Internacional de Montalegre recebeu, no passado fim de semana, a penúltima prova dos Campeonatos de Ralicross. A que é considerada a divisão rainha, a Super 1600, esteve ao rubro. Em jogo está o título de Campeão de Portugal. Joaquim Machado é um dos candidatos ao primeiro lugar.

O fim de semana começou com azar no sorteio, a sorte existe em dar ao piloto lousadense um lugar no final da grelha. Mesmo assim, Machado foi amealhando pontos. No sábado, o terceiro e segundo lugares, obtidos nas duas qualificações, eram suficientes.

Dada a partida para a terceira corrida de qualificação, Machado ocupa o primeiro lugar na série. Estava bem encaminhado para a vitória. No entanto, toques durante a corrida levaram a que o Peugeot 208 ficasse sem travões.

“Foi uma sensação desesperante. Não me apercebi, continuei a andar ao máximo, sempre a defender a primeira posição”. Comentou Machado. “Quando precisei de travar, simplesmente os travões não estavam lá, reduzi ao máximo. Nem sei como o motor aguentou. Os corretores foram fatais e não havia como evitar o capotanço”.

Com a viatura danificada, a Kaxa & Motor teve muito trabalho pela frente. Havia agora que trocar o tubo do travão, danificado devido aos toques. E, acima de tudo verificar os estragos no motor. Uma corrida contra o tempo, onde até a eletrónica teve de ser revista.

Tudo pronto para a final, o lugar, ocupado na grelha, não era dos melhores, fruto da ausência na quarta manga. Mas, como sempre, Machado lutou pelo melhor lugar possivel. Conquistou o terceiro lugar na final, o lugar possível e que serve os objetivos.

A decisão sobre o Campeonato foi adiada para a última prova, que será em Sever do Vouga a 14 e 15 de novembro.

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