José Fontes prepara Rali Vinho Madeira com presença na Calheta

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• O Citroën Vodafone Team viajou até meio do Atlântico para participar no Rali da Calheta, 1ª prova do Campeonato da Madeira de Ralis 2020, cuja secção competitiva se corre ao longo do dia de sábado.
• Aos comandos do Citroën C3 R5 da equipa, José Pedro Fontes e Inês Fontes apostam, essencialmente, numa sessão de testes em modo real para melhor prepararem o Rali Vinho Madeira, a próxima jornada do CPR 2020.
• Concentrando as verificações na sexta-feira, a organização alinhou os 8 troços do Rali da Calheta no dia seguinte, numa dupla ronda por 4 especiais, somando cerca de 70 quilómetros cronometrados.

Após o regresso à competição no Rali de Castelo Branco, o Citroën Vodafone Team rumou, de armas e bagagens, para a ´Pérola do Atlântico’, para ali prepararem o Rali Vinho Madeira, a próxima prova do reformulado Campeonato de Portugal de Ralis 2020, prova que terá lugar de 6 a 8 de agosto.

Complementando as diferentes sessões testes que, entretanto, têm vindo a ser realizadas, a equipa decidiu – à semelhança de vários dos seus adversários – aproveitar o reinício das competições na ilha da Madeira e inscrever-se no Rali da Calheta, prova agendada para esta sexta-feira (verificações) e sábado (rali).

Para José Pedro Fontes, que ao volante do Citroën C3 R5 terá, como habitualmente, a sua fiel navegadora Inês Ponte, “a decisão foi tomada de modo a aproveitarmos esta prova para rodar o nosso carro no asfalto madeirense em condições reais, preparando, assim, o Rali Vinho Madeira, que se corre no início de agosto.

Até à data todos os nossos testes deram-nos indicações de que temos um carro fiável e adaptado a este ambiente, diferente do dos ralis do continente, pelo que esperamos conseguir realizar um bom teste”.

O piloto do Porto acrescenta que “a vitória não é, de todo, o objetivo da equipa. Naturalmente que, se as coisas se conjugarem, não deixaremos de a tentar, mas o que pretendemos realmente é testar todas as diferentes configurações e ‘set-ups’ que temos previstos para o nosso C3 R5 e, assim, podermos estar em posse das melhores soluções para – aí sim – discutir a vitória no Vinho Madeira.”

“Isto ao mesmo tempo contribuindo para o gradual desenvolvimento da competição automóvel que se rege sob novas regras sanitárias. Esperamos, por isso, que o público madeirense compreenda o que está em causa e contribua, tal como aconteceu em Castelo Branco, para que tenhamos um rali sem condicionantes inerentes à atual realidade que atravessamos”, acrescentou Fontes.

UM EXIGENTE TESTE EM 4 ESPECIAIS COM DUPLA PASSAGEM

Do alinhamento desta primeira prova do Campeonato da Madeira de Ralis Coral constam 8 especiais, em 4 palcos que se repetem de manhã e na tarde de sábado (18 julho), onde o Citroën C3 R5 com as cores da Citroën e da Vodafone pretende comprovar a validade dos diferentes set-ups entretanto definidos pelos profissionais da equipa Sports & You, a quem a preparação da viatura está entregue.

A partida oficial deste Rali da Calheta 2020 será, assim, dada logo após a saída do Parque Fechado, seguindo-se uma primeira visita ao Parque de Assistência, para dali se cumprirem a primeira passagem pelos troços de Calheta (7,0 km), Raposeira (11,06 km), Ponta do Pargo (9,74 km) e Paúl do Mar (6,72 km), alcançando-se, ao início da tarde, o local do Reagrupamento que divide a prova.

Após nova visita às assistências, segue-se idêntica sequência de troços, para um rali que estará terminado muito antes do sol se pôr no horizonte, entrando depois as viaturas em Parque Fechado para as verificações finais, 8 especiais e cerca de 100 quilómetros ao cronómetro.

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