História do conforto nos automóveis Citroën

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• A noção de conforto esteve sempre na base dos modelos Citroën, desde há mais de 100 anos.
• O programa Citroën Advanced Comfort® foi concebido para colocar o desenvolvimento de veículos Citroën numa configuração de conforto única, tornando-se numa verdadeira identidade da Marca.
• Sendo um aspeto fundamental no desenvolvimento dos modelos atuais, o programa Citroën Advanced Comfort® é feito numa abordagem global, moderna e multissensorial do conforto, e projeta o habitáculo como o interior de uma casa. O objetivo é transformar qualquer viagem a bordo de um modelo Citroën numa experiência tão confortável quanto uma sala de estar, baseando-se em 4 grandes pilares:

  • Conforto em andamento, para que se sinta num casulo;
  • Conforto de vida, com um interior prático e funcional;
  • Conforto de utilização, com tecnologias intuitivas para tornar a vida mais fácil;
  • Conforto mental, para viver uma atmosfera acolhedora e luminosa, com todos os elementos colocados no sítio certo.
    • São 4 eixos principais de diferenciação dos modelos da Marca, que apresentam inovações exclusivas, tais como as Suspensões com Amortecedores Hidráulicos Progressivos® ou os bancos Advanced Comfort.

CONFORTO DE UTILIZAÇÃO: INTUITIVO PARA UMA MAIOR SIMPLICIDADE

VOLANTES INOVADORES
Para a Citroën, o conforto de utilização traduz-se em habitáculos confortáveis, associados a tecnologias intuitivas e fáceis de usar. No setor automóvel, os avanços técnicos continuam a ganhar importância, por vezes em detrimento da simplicidade de utilização do veículo. Não é o caso na Citroën, já que a Marca aplica as diversas tecnologias ao serviço da facilidade de utilização e de incremento do conforto.

Há muitos anos que a redução do esforço e da fadiga de condução é um dos principais objetivos da Marca. Para a Citroën, o verdadeiro conforto consiste em aliviar a carga mental inerente à condução, área em que a Citroën sempre procurou inovar. É um aspeto fundamental na criação dos veículos Citroën e dos seus habitáculos, com a Marca a revolucionar dois elementos principais: o volante e o painel de instrumentos.

Ao propor, nos primeiros anos do século XXI, um novo conceito de volante, com os comandos centrais fixos, lançado em modelos como o C4 e depois adotado no C4 Picasso e no C5, a Citroën tornou-se numa marca pioneira. Com a chegada massiva das tecnologias de bordo, que tendem a ganhar espaço nos painéis de instrumentos e nos tabliês, muitos fabricantes optaram por instalar os comandos no volante. A ideia da Citroën baseou-se num centro de volante fixo com comandos de acesso direto; nas propostas de outras marcas, os comandos giram com o volante, os da Citroën são mantidos no mesmo lugar, tornando-se mais visíveis e fáceis de utilizar. Esta inovação também teve em conta os rigorosos requisitos de segurança impostos pela legislação sobre colisões e airbags.

A Citroën também recorreu ao volante para introduzir outra inovação: os famosos faróis direcionais, lançados no DS em 1967, e que facilitam a condução noturna, iluminando melhor a estrada. Alguns anos depois, no SM, dois dos seis faróis comandados hidraulicamente executavam a mesma função. Atualmente, os seus sucessores denominam-se “faróis inteligentes”, há muito introduzidos pela Citroën nos seus modelos emblemáticos para melhorar o conforto de utilização.

Atualmente, a Citroën continua a melhorar a visibilidade noturna e a segurança, oferecendo a ativação automática das luzes de estrada em grande parte da sua gama de modelos.

INSTRUMENTAÇÃO E INOVAÇÃO
O compromisso permanente da Citroën para com a funcionalidade manifesta-se, também, na introdução de comandos ergonómicos avançados, numa abordagem inovadora do painel de instrumentos, com a adição de novas tecnologias para melhorar o conforto do condutor.

Os modelos GS, GSA, CX e BX possuíam comandos revolucionários, ergonómicos e de fácil acesso a partir do volante. As últimas versões do GSA e do Visa introduziram um painel de controlo do tipo “satélite”, que agrupava os principais comandos nas imediações da ponta dos dedos do condutor, permitindo-lhe manter o olhar e a concentração na estrada, sem retirar as mãos do volante.

Já o CX foi o primeiro a utilizar plásticos moldados por injeção para unificar o design do tabliê, consola e forros das portas. O CX contava também com o conceito “Lúnula”, um painel de instrumentos surpreendente em forma de “disco voador” que agrupava os comandos numa meia-lua, em redor do volante. Esta configuração totalmente nova foi obra do escultor, designer e artista, Michel Harmand, cuja influência no estilo Citroën esteve presente entre os anos 60 e 80. À época, este conceito demonstrava a expressão máxima do conforto de utilização. Utilizada noutros modelos Citroën, esta inovação também foi imitada por outros fabricantes.

Os tabliês também testemunharam inúmeros desenvolvimentos, devido à adoção de novas tecnologias de moldagem de plásticos por injeção, desenvolvidos nas décadas de 80 e 90 do século passado. O CX dispunha de um velocímetro único, iluminado e com o formato de um rolo giratório, indicando a velocidade em números de grandes dimensões. Isto permitia uma leitura mais fácil e rápida da velocidade, do que num indicador tradicional de ponteiros.

Lançado em 1982, o BX inaugurou uma nova etapa no design interior e exterior. Quase 20% da carroçaria do BX consistia em materiais plásticos e o seu habitáculo apresentava uma arquitetura de plástico injetado, com comandos e alavancas acessíveis e à mão. Com o BX Digit, em 1985, a Citroën estreou-se na instrumentação digital, sendo o primeiro automóvel do mundo a disponibilizar este equipamento. Ao recorrer a uma utilização fácil como forma de reforçar o conforto, o BX Digit foi o precursor dos painéis de instrumentos atuais.

INTEGRAÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS
Uma das maiores inovações funcionais da Citroën tem sido a integração perfeita de novas tecnologias de ajuda à condução, capazes de melhorar o conforto e a versatilidade. O desenvolvimento e incorporação de tecnologia nos habitáculos dos modelos Citroën baseia-se em décadas de experiência e de savoir-faire nesta área.

Após os primeiros conceitos “Lúnula”, o C6 trouxe o primeiro sistema head-up-display, projetando os dados essenciais à condução, de modo a facilitar a sua leitura. Desde então, esta funcionalidade está presente em modelos mais recentes, como o SpaceTourer ou o SUV C3 Aircross. A Citroën democratizou o painel de instrumentos digital no Xsara Picasso e aperfeiçoou o conceito em inúmeros modelos. Atualmente, o C4 SpaceTourer possui um painel de instrumentos digital de 12 polegadas, que exibe os dados de forma funcional e confortável.

A simplicidade é a principal característica dos interfaces homem-máquina presentes nos modelos atuais da Marca. Os ecrãs sensíveis ao toque conectados assumem as funções dos smartphones. Esses touchscreens conectam as pessoas a bordo com o mundo exterior através de um dispositivo de fácil utilização, no qual se reproduzem as apps dos telemóveis através das tecnologias MirrorLink, Apple CarPlay® e Android Auto®.

Dos primeiros faróis direcionais aos ecrãs digitais, passando pelo tabliê “Lúnula”, a integração de novas tecnologias em todos os novos modelos Citroën leva sempre em linha de conta a sua funcionalidade e o seu sentido prático.

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