Resultados de Álvaro Parente condicionados por motivos externos

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Álvaro Parente viu hoje no Circuit de Barcelona-Catalunya os seus resultados nas corridas que terminaram a temporada da Blancpain Sprint Cup condicionados por uma penalização questionável, que o atirou juntamente com o seu colega de equipa, Rob Bell, para fora dos dez primeiros em qualquer uma delas.

O português assegurou ontem a sexta posição da grelha de partida, o que deixava no meio da luta pelas posições cimeiras num plantel extremamente competitivo de trinta e três carros.

O piloto oficial da McLaren GT arrancou bem para a Corrida de Qualificação, chegando à primeira curva do traçado espanhol a lutar pelo terceiro posto. No entanto, um adversário deixou a travagem para demasiado tarde, seguindo em frente para a escapatória, e para evitar o contacto com este, Álvaro Parente foi obrigado a fazer o mesmo, concluindo a volta de abertura no quarto posto.

O português manteve-se ao longo do seu turno no quarto lugar, mas quando estava próximo de entregar a Rob Bell o McLaren 650S da Garage 59, foi obrigado a cumprir uma passagem pela via das boxes de penalização devido ao incidente do início da corrida. O carro britânico número 58 acabou por cair para fora dos dez primeiros, tendo o inglês cruzado a linha de meta na décima sexta posição. “Não há muito a dizer sobre o que aconteceu. Se não seguisse em frente o carro que travou demasiado tarde para a primeira curva ter-me-ia acertado. A única coisa que fiz foi evitar um acidente. Não beneficiei da passagem pela escapatória e, depois da penalização, a nossa corrida estava, na prática, terminada”, afirmou Álvaro Parente visivelmente agastado.

Para a Corrida Principal a tarefa do piloto português e de Rob Bell estava evidentemente dificultada, uma vez que num plantel tão competitivo, arrancar da décima sexta posição tornava a obtenção de um bom resultado quase numa impossibilidade.

Ainda assim, Álvaro Parente e o seu colega de equipa tudo tentaram para subir na classificação, rodando no máximo do potencial do McLaren 650S, mas foi impossível ir além do décimo terceiro posto. “Demos tudo o que tínhamos, mas numa competição com um nível tão elevado é muito difícil recuperar muitas posições em circunstâncias normais. Na verdade, o resultado desta prova ficou condicionado pela penalização incompreensível de que fomos alvo da parte da manhã. Não era esta a forma com que queríamos terminar a temporada, mas foi algo que escapou ao nosso controlo”, concluiu o português.

O piloto oficial da McLaren GT tem já no próximo fim-de-semana mais um compromisso, tomando parte na derradeira ronda do Pirelli World Challenge, que terá lugar em Laguna Seca, competição que lidera.

 

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