Corrida de Tó Zé Ferreira e Tiago Mesquita condicionada por problemas eléctricos

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Tó Zé Ferreira e Tiago Mesquita iniciaram a época desportiva de 2016, com o Alfa Romeo 156 do Desafio Único FEUP 3, integrado no Legends Cup, com o objectivo de alcançarem o pódio final na competição.

Num soalheiro Autódromo do Estoril, a dupla que corre com as cores da eni, Mesquita Shoes, In Shoes, Innovation, Campicarn, Modelcarm, Asla Peças Auto, contando com a parceria da Vettra Motorsport, Fernando Seabra Lda., Leça Car, Tzi Designs, Ventilações Moura, Roadgalaxy, Pepsgang, Oakley e Monte Campo, não teve um início de época auspicioso.

Nos treinos livres de sexta-feira, o carro italiano teve problemas com a caixa de velocidades, sendo necessário trocar este componente mecânico.

No sábado, Ferreira e Mesquita queriam lutar pela pole-position mas, desde o início dos treinos cronometrados, a parte eléctrica do carro deixou de funcionar. Simplesmente o carro desligava-se e voltava a ligar.

Partindo para a primeira corrida da 5ª posição, Tiago Mesquita tentou imiscuir-se pelas lutas à sua frente mas o carro não colaborava. O melhor que o piloto da Lixa conseguiu fazer foi manter a posição de largada, numa corrida que acabou mais cedo devido a bandeira vermelha.

Na corrida de domingo, Tó Zé Ferreira arranca bem e ganha duas posições na primeira curva, passando a ocupar o terceiro lugar; de seguida, na curva três, passa para segundo mas, a partir desse momento, começou a perder terreno, terminando a prova apenas na sexta posição, com claras dificuldades para manter o Alfa Romeo em pista.

Ouvindo os pilotos, Mesquita referiu que “Foi muito bom regressar à competição e fazer equipa com o Tó Zé. Estive fora deste meio desde o final de 2014 e o Tó tem-me ajudado muito. O resultado não espelha a nossa ambição, mas estamos no início e há muitas provas pela frente”.

Ferreira referiu que “o carro parecia uma árvore de Natal: quando travava acendiam-se as luzes do painel, desligava-se em andamento como se alguém tivesse desligado o carro no corta-corrente; o corta-corrente deixou de funcionar… Não sei o que dizer, além de agradecer à equipa por nos ter dado um carro dinamicamente irrepreensível e ter trabalhado para resolver os problemas que iam surgindo. Agradeço também às restantes equipas que, perante a nossa dificuldade, emprestaram material e disponibilizaram-se a ajudar; muito obrigado”.

 

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