2022, o ano em que tudo conta no RX Portugal

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O Circuito de Montalegre vai ser o palco da bandeira verde para mais uma temporada do RX Portugal que este ano apresenta novidades de monta face a 2021, a começar pelo calendário, com um novo traçado, e a terminar no figurino dos fins-de-semana de corridas. Novidades que foram dadas a conhecer na Gala do RX Portugal que teve lugar este sábado (26 de Março) no Estrada Real, em Lousada.

Em termos de calendário, uma vez mais com sete jornadas, destaque para a já referida estreia da Pista de Baltar. O traçado, que à semelhança de Lousada também é palco da quarta ronda do Campeonato do Mundo de Ralis, está a ser alvo de obras que, uma vez concluídas, têm tudo para fazer do circuito um dos mais rápidos e emocionantes do calendário. Uma estreia que tem data marcada a 4 e 5 de Junho, depois da passagem do Campeonato por Montalegre, também ele um traçado mundialista, não fosse o palco do Mundial de Ralicross, e após a primeira visita a Mação. A digressão nacional prossegue depois com Lousada, nova visita a Montalegre e a segunda passagem por Mação para terminar depois, em Outubro, em Sever de Vouga.

Um conjunto de sete viagens que será absolutamente determinante para a atribuição dos vários títulos em jogo já que, e ao contrário do ano passado, nesta temporada todas as corridas contam, deixando ser possível deitar fora o pior resultado. Mas não é tudo em termos de pontos isto por que, nesta época de 2022, além do ponto extra para a volta mais rápida da Final, o melhor tempo dos Treinos Cronometrados também representa um ponto.

Por falar em treinos cronometrados, os tempos assinados na sessão passam a determinar a ordem pela qual os pilotos alinham na Qualificação 1, sendo colocado de parte o sorteio. Duas alterações de monta que dão uma relevância mais significativa aos treinos cronometrados e que deverão contribuir para que os pilotos deem ainda mais de si. Ainda em termos de figurino, e no que às Qualificações diz respeito, 2022 passará a contar apenas com três, ao invés das quatro em vigor até ao ano passado. Uma mudança que não só vai ao encontro do facto de, até ao ano passado, contarem apenas os três melhores resultados, mas que permitirá também uma redução de custos aos participantes já que é menos um momento para desgaste dos carros e menor consumo de combustível.

Outra das novidades da temporada prende-se, exactamente, com a gasolina. Neste ano, os carros a gasolina das 2 Rodas Motrizes e dos Iniciados podem fazer uso de combustível comercial, caso assim o desejem, mas podem também optar por combustível de competição que, neste caso, terá de ser ETS. Já os pneus continuam a ser os Cooper, ou Avon, no que concerne ao Ralicross, enquanto no Kartcross passam a ser os Golspeed.

Referência ainda para o facto dos carros poderem ser assistidos na pré-gelha (mecânica e troca de pneus) até à chamada para a formação da grelha de partida, grelha esta que em 2022 não terá lugar vazios nas Finais já que se mantém a repescagem de pilotos.

Finalmente, a Gala do RX Portugal serviu também para dar a conhecer o novo patrocinador principal do Campeonato, que este ano é a Transwhite. Há muito ligada ao Ralicross e Kartcross, a empresa de logística e transportes das Caldas da Rainha passa assim a dar o nome ao RX Portugal by Transwhite em 2022.

Estão assim lançados os dados para o que promete ser um ano repleto de emoções e muita competitividade desde a primeira bandeira verde, em Montalegre, até à última bandeira de xadrez, em Sever de Vouga.

O arranque de mais uma época do competitivo Campeonato de Portugal de Ralicross está por dias e este ano são várias as novidades que os pilotos têm pela frente.

O Circuito de Montalegre vai ser o palco da bandeira verde para mais uma temporada do RX Portugal que este ano apresenta novidades de monta face a 2021, a começar pelo calendário, com um novo traçado, e a terminar no figurino dos fins-de-semana de corridas. Novidades que foram dadas a conhecer na Gala do RX Portugal que teve lugar este sábado (26 de Março) no Estrada Real, em Lousada.

Em termos de calendário, uma vez mais com sete jornadas, destaque para a já referida estreia da Pista de Baltar. O traçado, que à semelhança de Lousada também é palco da quarta ronda do Campeonato do Mundo de Ralis, está a ser alvo de obras que, uma vez concluídas, têm tudo para fazer do circuito um dos mais rápidos e emocionantes do calendário. Uma estreia que tem data marcada a 4 e 5 de Junho, depois da passagem do Campeonato por Montalegre, também ele um traçado mundialista, não fosse o palco do Mundial de Ralicross, e após a primeira visita a Mação. A digressão nacional prossegue depois com Lousada, nova visita a Montalegre e a segunda passagem por Mação para terminar depois, em Outubro, em Sever de Vouga.

Um conjunto de sete viagens que será absolutamente determinante para a atribuição dos vários títulos em jogo já que, e ao contrário do ano passado, nesta temporada todas as corridas contam, deixando ser possível deitar fora o pior resultado. Mas não é tudo em termos de pontos isto por que, nesta época de 2022, além do ponto extra para a volta mais rápida da Final, o melhor tempo dos Treinos Cronometrados também representa um ponto.

Por falar em treinos cronometrados, os tempos assinados na sessão passam a determinar a ordem pela qual os pilotos alinham na Qualificação 1, sendo colocado de parte o sorteio. Duas alterações de monta que dão uma relevância mais significativa aos treinos cronometrados e que deverão contribuir para que os pilotos deem ainda mais de si. Ainda em termos de figurino, e no que às Qualificações diz respeito, 2022 passará a contar apenas com três, ao invés das quatro em vigor até ao ano passado. Uma mudança que não só vai ao encontro do facto de, até ao ano passado, contarem apenas os três melhores resultados, mas que permitirá também uma redução de custos aos participantes já que é menos um momento para desgaste dos carros e menor consumo de combustível.

Outra das novidades da temporada prende-se, exactamente, com a gasolina. Neste ano, os carros a gasolina das 2 Rodas Motrizes e dos Iniciados podem fazer uso de combustível comercial, caso assim o desejem, mas podem também optar por combustível de competição que, neste caso, terá de ser ETS. Já os pneus continuam a ser os Cooper, ou Avon, no que concerne ao Ralicross, enquanto no Kartcross passam a ser os Golspeed.

Referência ainda para o facto dos carros poderem ser assistidos na pré-gelha (mecânica e troca de pneus) até à chamada para a formação da grelha de partida, grelha esta que em 2022 não terá lugar vazios nas Finais já que se mantém a repescagem de pilotos.

Finalmente, a Gala do RX Portugal serviu também para dar a conhecer o novo patrocinador principal do Campeonato, que este ano é a Transwhite. Há muito ligada ao Ralicross e Kartcross, a empresa de logística e transportes das Caldas da Rainha passa assim a dar o nome ao RX Portugal by Transwhite em 2022.

Estão assim lançados os dados para o que promete ser um ano repleto de emoções e muita competitividade desde a primeira bandeira verde, em Montalegre, até à última bandeira de xadrez, em Sever de Vouga.

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