Miguel Oliveira sai da segunda fila em Assen

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Pelo terceira vez consecutiva Miguel Oliveira vai iniciar um GP ne segunda linha da grelha de partida. Dando continuidade a uma série de qualificações nas duas primeiras linhas da grelha Miguel Oliveira conseguiu hoje em Assen na Holanda repetir o sexto lugar na qualificação assinado na passada semana na Alemanha.

Aos comandos da sua KTM RC o piloto de Almada passou esta manhã de forma directa a Q2 e na qualificação para o derradeiro GP antes da paragem estival do campeonato colocou a moto austríaca na sexta posição, fechando assim a segunda linha da grelha de partida para o GP a realizar este Domingo.

A melhor volta de Miguel Oliveira valeu um registo no cronómetro de 1m32.450s, ele que chega a Assen preparado para continuar a lutar pelas posições de pódio tal como nas três rondas anteriores, algo que nunca foi conseguido por um piloto da KTM.

O piloto português mostra-se “confiante” para o Grande Prémio da Holanda de MotoGP, depois de se ter qualificado na sexta posição da grelha de partida, este sábado. O piloto luso da KTM fez a sua melhor volta em 1.32,450 minutos, terminando a 0,636 segundos do mais rápido, o espanhol Maverick Viñales (Yamaha).

“Estamos um pouco mais afastados dos líderes do que nas últimas corridas, mas o resultado é o mesmo, pois estamos em sexto como na Alemanha. Estou um pouco mais afastado do que gostaria, mas temos uma ideia do que queremos para a corrida”, frisou o piloto de Almada.PUB

Miguel Oliveira antecipa uma “corrida dura” no domingo, contudo garante estar “confiante”. “Cada fim de semana é um desafio diferente. Tínhamos uma mota que se ajustava ao traçado de Assen, mas tivemos que acertar algumas coisas. Também tivemos chuva ontem, o que nos atrasou o trabalho. Mas acredito que estejamos mais ou menos lá. Às vezes, não dará para lutar por pódios e vitórias, mas estaremos no ‘top 5′”, apontou o piloto de Almada.

O luso sublinhou que “neste nível, todas as corridas são difíceis”. Sobre a deste fim de semana, acredita que “será fisicamente dura para todos”, pelo que o físico “talvez seja uma parte super importante”. Neste circuito, considerado a Catedral do motociclismo, o “arranque é menos crítico para ganhar posições”, porque a reta antes da primeira curva é mais curta. Ainda assim, Oliveira espera “fazer um bom arranque e ganhar algumas posições no início”.

Miguel Oliveira mostra-se também despreocupado com novas evoluções da sua KTM. “Temos de trabalhar com o que temos e acho que temos feito um bom trabalho. Mas esperamos sempre pequenas evoluções”, concluiu.

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