Pirelli revelou compostos para o Mundial de F1 2021

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A Pirelli revelou os compostos que vão figurar nos 23 grandes prémios que compõem o calendário de 2021. Apesar de a maioria das escolhas serem semelhantes às do ano passado, teremos alterações nos GP do Azerbaijão e Brasil, com compostos um nível mais macio, e a adição de dois novos circuitos para 2021: na Holanda e na Arábia Saudita.

Tendo em consideração algumas dificuldades logísticas causadas pela pandemia Covid-19, que tem o potencial de interromper viagens e cadeias de abastecimento, os regulamentos desportivos da Fórmula 1 foram alterados para oferecer o máximo de flexibilidade. Desta forma, as escolhas de pneus, para eventos de longa distância e em países europeus, já não têm de ser realizadas 14 e oito semanas antes, respetivamente.

Isto significa que as escolhas e as alocações serão decididas ao longo da temporada, embora a Pirelli e a FIA reservem o direito de alterar a seleção até 15 dias antes de cada corrida, caso as circunstâncias assim o exijam.

Tal como aconteceu na edição passada, haverá uma alocação fixa para cada piloto de dois conjuntos de pneus duros, três conjuntos de pneus médios e oito conjuntos de pneus macios para cada corrida.

Mario Isola, responsável Pirelli na F1, deixou as seguintes palavras: “Anunciar todas as escolhas para esta edição vai ajudar as equipas e os pilotos com seu planeamento, permitindo, ao mesmo tempo, que haja flexibilidade caso o calendário sofra alterações devido às restrições da Covid-19, tal como aconteceu na passada edição. As escolhas, em si, são, no geral, semelhantes às do ano passado (ou 2019, no caso de corridas que não foram disputadas em 2020), o que significa que as equipas devem possuir dados suficientes para analisar. Contudo, temos duas corridas em que foi feita uma escolha um nível mais macio. O primeiro caso é o Azerbaijão, onde, no último GP aí realizado, o nosso pneu duro C2 não foi utilizado, o que nos levou a optar pela seleção de compostos mais macia: C3, C4 e C5. Depois, temos o Brasil, onde veremos os compostos C2, C3 e C4, uma vez que o C1 não demonstrou ser uma vantagem particularmente relevante em termos de desgaste, em comparação com os pneus médios. Em ambos os casos, uma seleção de compostos mais suave pode levar a uma maior variedade de estratégias de corrida.”

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