Rali Mesão Frio é a prova que se segue no Campeonato Norte de Ralis

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A edição 2020 do Rali Mesão Frio vai ser diferente de todas as outras, especialmente por causa das medidas a implementar para garantir a segurança e a prevenção, no âmbito do combate ao surto pandémico que estamos a atravessar.

O Clube Automóvel da Régua organizador do evento garante, nas palavras do seu presidente Manuel António, que não serão regateados “esforços para cumprir as diretrizes da DGS, sendo de realçar que a preparação está a ser feita de forma profunda e em plena sintonia com a autarquia e todas as forças do concelho de Mesão Frio, sendo certo que representa para todos nós um esforço extra, que vai para lá do habitual plano de segurança do rali. Estamos preparados e agora contámos com a ajuda de todos, equipas, comunicação social, membros da organização e publico, para que tudo corra bem. Queremos manter a bitola organizativa bem alta”, um rali que também vai cumprir as normas de respeito ambiental que lhe permitem ter o selo verde da FPAK.

O responsável do clube salienta e agradece “de forma bem vincada o apoio e o entusiasmo do Município, especialmente do seu Presidente Alberto Pereira, que tudo faz para que o rali tenha as melhores condições e se torne, ano após ano, uma prova icónica em Portugal”.

E para o edil de Mesão Frio, esta edição irá, uma vez mais, ser “um evento de grande importância para a economia do nosso concelho, sendo ainda um momento de grande projeção de Mesão Frio no país”. Alberto Pereira destaca ainda que “o nosso concelho apresenta excelentes resultados no combate ao surto pandémico, mercê da conduta exemplar de todos os mesãofrienses e do trabalho feito por todas as forças, incluindo a autarquia, a Delegação de Saúde, a GNR e os Bombeiros Voluntários de Mesão Frio, permitindo assim que o rali possa ser levado a efeito com todas as condições, dando vida ao nosso concelho!”.

No âmbito da reprogramação necessária, destaque ainda para a melhoria da zona onde ficará o Parque de Assistência. Este será alargado, dotado dum reforço das condições de higienização e será alvo de um forte controlo quanto às entradas e à permanência de membros da comunicação social e outros credenciados. O público não terá acesso ao Parque e, no que concerne às equipas participantes, poderão ter um máximo de 6 elementos na equipa técnica, mais o piloto e o navegador.

As verificações administrativas poderão ser feitas antecipadamente online ou no local, com esta vertente física a decorrer apenas no sábado, em paralelo com as verificações técnicas, desde as 9.30 da manhã até às 16.30 de sábado. A entrada em Parque Fechado será entre as 17.45 e as 18.45.

Superespecial de fora, PEC noturna com parte citadina dentro

Depois de, em 2019, terem participado cerca de cinco dezenas de equipas, estabelecendo novo recorde, a expectativa da organização é” enorme, tendo em conta os inúmeros contactos que temos tido por parte de equipas que manifestam o seu desejo de participar. Como tal, vamos estabelecer um limite de 70 participantes, fechando as inscrições assim que tenhamos esse número validado”.

Quanto ao percurso, este terá 65,22 quilómetros de especiais e 59,88 kms de ligação.

O arranque será às 21 horas de sábado e logo com uma novidade. Excluída que foi a superespecial habitual, o rali terá o primeiro embate contra o cronómetro numa classificativa noturna. Serão os 5,2 kms de Santo André a dar o arranque ao Rali de Mesão Frio 2020, com partida perto do rio Douro e os últimos 2 quilómetros a serem percorridos dentro do perímetro da vila de Mesão Frio, com chegada às piscinas municipais.

O prato principal fica reservado para domingo. Neste segundo e último dia do rali, o pelotão vai percorrer 7 especiais.

Tripla passagem por Barqueiros (6,85 kms) e Vila Marim/Cidavelhe (9,49 kms), com a única passagem pelos 5,51 kms de Oliveira a terem honra de fecho da prova que tem final previsto para as três da tarde, altura em que se saberá quem sucederá à dupla André Cabeças/Bino Santos que, aos comandos de um Mitsubishi Lancer EVO IX, venceram a edição de 2019, um ano em que, extra campeonato, João Barros, acompanhado por António Costa, utilizou um Skoda Fabia R5 para ser o piloto mais veloz do rali.

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