Fábio Mota mostra competitividade na estreia nas GT4 SES

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Fábio Mota teve duas corridas de estreia difíceis nas GT4 South European Series, que ocorreram hoje no Autódromo do Estoril, tendo, contudo, evidenciado um ritmo competitivo.

Na primeira prova da jornada, realizada de manhã, ainda que a pista tivesse alguma humidade da noite, todos os pilotos arrancaram com pneus slicks e Francisco Carvalho, o colega de equipa do piloto de Vila Nova de Gaia, efectuou uma partida fulgurante, lançando-se de terceiro na grelha de partida para primeiro.

O piloto da Guarda manteve-se no comando durante as nove primeiras voltas, mas com os pneus a cederem, acabou por descer para segundo na décima passagem pela linha de meta, posição em que entregou a Fábio Mota o Porsche Cayman GT4 da Veloso Motorsport.

No entanto, quando saiu das boxes o carro germânico tinha o limitador de velocidade ligado, regressando à pista com a velocidade limitada a 110Km/h. O gaiense foi obrigado a completar uma volta até às boxes nesse ritmo, mas o problema acabou por ser debelado, custando, porém, muito tempo.

Com a possibilidade de poder, finalmente, mostrar o seu potencial, Fábio Mota imprimiu um excelente andamento – rodando consistentemente em 1m47s, apesar dos pneus bastante gastos – terminando em quinto e vencendo a Am Cup.

A segunda corrida foi disputada à tarde, mas as condições atmosféricas mostraram-se atrozes, com nevoeiro e chuva, tendo sido iniciada com Safety-Car para depois ser interrompida com bandeiras vermelhas.

As condições não melhoraram e com os carros parados na via das boxes, e com o relógio a contar, as trocas de pilotos acabaram por se realizadas nesta situação, acabando por Fábio Mota não realizar qualquer volta competitiva.

Francisco Carvalho, depois de mais uma volta com Safety-Car, realizou uma boa prestação, levando o Porsche Cayman GT4 da Veloso Motorsport até ao segundo lugar da geral, com uma ultrapassagem na última volta.

Fábio Mota, no final da segunda corrida, estava moderadamente satisfeito. “Não tenho muito a dizer acerca da prova desta tarde. O Francisco realizou um turno fantástico, mas eu não pude rodar em ritmo competitivo. Penso que, se tivessem parado o relógio da corrida durante algum tempo, poderíamos realizar uma prova mais completa. Na parte da manhã, estivemos muito competitivos, mas toquei inadvertidamente no limite de velocidade e isso atrasou-nos imenso. Mas viemos a evoluir sessão a sessão num carro que desconhecíamos completamente e mostrámos um ritmo muito competitivo no final”, afirmou o piloto de Vila Nova de Gaia.

Apesar de algumas contrariedades, Fábio Mota faz um balanço positivo da sua participação nas GT4 South European Series. “Foi uma experiência enriquecedora! Tivemos alguns problemas durante o dia, mas no geral foi bom! Não conhecíamos o carro, mas mostrámos competitividade relativamente aos pilotos que normalmente competem na competição, o que foi muito importante”, concluiu o gaiense.

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