Fausto Mota com arranque cauteloso

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Depois de um ano dedicado de forma intensiva à preparação para enfrentar as duras e exigentes pistas do Rali Dakar, Fausto Mota, que foi o único português a terminar a edição 2018 desta que é a prova rainha do todo-o-terreno teve um bom início na etapa inaugural da competição que ontem ligou a capital Peruana Lima e Pisco.

O piloto natural do Marco de Caneveses que se encontra a residir e trabalhar em Espanha gastou 1h22m14s a cumprir a especial de 331km, 84 dos quais cronometrados que à semelhança do ano passado, se disputou no deserto e que este ano arrancou com ordem numérica invertida para motos/quad.

Na primeira especial desta edição, em que se trata da primeira vez em que o Dakar se desenrola somente num país, as dunas estiveram muito presentes. A etapa foi curta, mas exigente e a navegação foi essencial. Fausto Mota terminou a jornada a ocupar posição praticamente a meia da tabela classificativa, na 63º posto entre as 135 motas.

Inscrito com o número 54, o piloto que disputa esta edição do Dakar aos comandos de uma Husqvarna FE 350, revela que a especial correu dentro das suas expetativas, sem registo de qualquer contratempo: “O bivouac foi no mesmo sítio do ano passado. Todo o percurso foi realizado fora de pista, em dunas. A etapa era curta, mas correu dentro do que estava planeado, sem percalços. Vamos ver como correm as restantes”.

Hoje a caravana parte para a segunda especial pelas 8h34 de Lima (GMT – 5), 13h34 de Portugal Continental para seguir para sul, rumo a San Juan de Marcona. A jornada terá 554 km, num total de 342 km cronometrados, num dia em que serão os carros a abrir pista e em que a navegação será bastante exigente.

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