Pilotos Skywalker com sortes distintas

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Foi mais um intenso fim-de-semana aquele que foi vividos pelos pilotos da Skywalker. Mariano Pires no KIA Picanto GT Cup esteve ao seu melhor nível vencendo ambas as corridas na categoria júnior e terminando à geral em sétimo no primeiro confronto e terceiro no segundo. Benjamin Lessenes no FIA WTCR e sob olhar atento de Tiago Monteiro teve altos e baixos. Foi 20º na primeira corrida mas conquistou um brilhante quinto lugar na segunda prova e infelizmente na derradeira prova foi forçado ao abandono. José Rodrigues no TCR Italia teve também em plano de evidência ao cruzar a meta no sexto lugar. César Machado teve pior sorte pois foi abalroado por um adversário e teve de abandonar a corrida depois de sair da terceira posição da grelha. António Félix da Costa concluiu a época da Formula E em Nova Iorque com um 11º lugar.

Mariano Pires: “Estou cada vez mais adaptado aos automóveis e este fim de semana queria mesmo lutar pelos primeiros lugares. Correu tudo bem, fomos os mais rápidos da Júnior e isso deixa-nos em boa posição nas contas do troféu”.

Benjamin Lessenes: “O quinto lugar foi um resultado muito bom mas quando se sai da terceira posição da grelha, o pódio é sempre a ambição. Estou um pouco desiludido por não o ter conseguido. Na primeira corrida a sair de 23º seria muito complicado chegar aos lugares pontuáveis. Fiquei em 20º. Na última prova do fim-de-semana levei um toque de um adversário e foi o fim da minha corrida”.

José Rodrigues: “Depois de um sexto lugar na qualificação, tivemos uma penalização na grelha de quatro lugares que me fez partir da décima posição. Após um arranque bom, recuperei dois lugares. As condições estavam muito complicadas, com temperaturas acima dos 33 graus. A degradação dos pneus foi tremenda e, por isso, era difícil recuperar até pódio. Optei por fazer uma corrida constante e sem erros, e assim obtive bons pontos para o campeonato”.

César Machado: “Com o terceiro lugar da grelha esperava fazer uma boa prova mas infelizmente levei um toque de um adversário, fiz um pião e fui forçado a abandonar depois de subir os correctores. Não era isto que esperava no meu regresso á competição mas agora há que pensar na próxima”.

António Félix da Costa: “Foi o resultado possível, simplesmente não tivemos andamento para mais. Consegui gerir bem a energia, maximizar o carro nos momentos mais importantes da corrida, mas a nossa velocidade pura foi simplesmente inferior aos nossos adversários”.

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