Pirelli faz o rescaldo do G.P. de Espanha

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Para o GP Espanha, a maioria dos pilotos optou pela estratégia de uma paragem com os compostos Macio – Médio, incluindo os três primeiros classificados, mas duas ou três paragens também estiveram presentes ao longo da corrida de 66 voltas.

As condições meteorológicas foram imprevisíveis, com sol, alguns chuviscos e vento, sendo difícil realizar uma previsão, com níveis de aderência variáveis. A corrida terminou com temperaturas de 17 graus de ambiente e 26 graus no piso da pista. O novo asfalto da pista fez para estivesse consideravelmente mais rápida, com os pilotos da frente a rodarem até quatro segundos mais rápidos face ao ano passado. A volta mais rápida do circuito foi estabelecida por uma margem similar, tornando esta corrida a mais rápida de sempre no atual circuito de Barcelona.

A grande maioria dos pilotos iniciou com o composto macio, mas um “Safety Car” logo na primeira volta contribuiu para a redução do desgaste e respetiva degradação dos pneus.

MARIO ISOLA – DIRETOR DESPORTIVO

“ Observámos por parte das principais equipas diferentes visões e dúvidas acerca da opção da estratégia de uma ou duas paragens, com as condições de pista a revelarem uma dificuldade acrescida referente à previsão desde o início do fim-de-semana, devido à chuva da noite e clima instável. A entrada do Safety Car também afetou a estratégia da corrida da corrida, reduzindo o desgaste e a degradação numa altura crucial da corrida. No que concerne aos pneus, não encontrámos qualquer problema ou sinais de bolhas nos pneus (blistering), com os melhores tempos por volta a ser estabelecidos quando os pilotos já estavam a rodar com os pneus de composto médio com algumas voltas. Este facto, aplica-se a todos, com um lote muito equilibrado em termos ritmo e performance. Vamos continuar em Barcelona para o primeiro teste da época, onde incluirá os testes de desenvolvimento dos pneus para 2019, com a McLaren e a Force India.”

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